2012-11-28

A propósito deste filme, é que ocorreu o poema. A primeira aparição deste poema foi no Facebook.


Que força é essa que te desassossega até à desgraça
Que trejeito é esse, que dizes quase por graça
Seres homem não de palavras mas de acção?
E sabes, tinhas inteira razão!
Os tiques de uma esquerda teórica
Mais preocupada com o argumento e a retórica!
E um país prenhe, à espera de parir!
E tu foste! Tinhas de ir!
Podias ser Delgado, mas não a tua visão,
Ingénuo Humberto, como é próprio de herói!
E a tua morte às mãos de gajos sem tola,
Num boçal e provinciano crime de sachola!
A justiça não foi servida, e a memória dói!


4 comentários:

Kapikua disse...

Apareceste em grandéissima forma, como sempre.

Grande abraço!

mitro disse...

És uma fofa, é o que é!
(beijinhos)

Anónimo disse...

Pensé en redactar algo similar pero creo que has dicho más
referente a el asunto, pienso que google es verdaderamente tu amigo.
Feel free to surf my weblog - Renata I

Ninna Lollitta disse...

És um parideiro por natureza eheheh; este poema está simplesmente brutal. Em breve vou ter de o publicitar, quando fizer um post acerca deste filme. Hugs & kisses :)