
É uma poalha
Que se solta dessa tolha
Sobre a mesa
Da tristeza
E faz chorar!
Quem me dera esse pão
Que não alimenta
Mas acalenta
E sustenta
A minha paixão!
Quem eu quero
Não pode ser
É ter fome até morrer!
Nada espero
Desespero!
O que é que eu fiz?
Já nem interessa
De ser feliz
Não resta nada,
Nem a promessa!
Macabra dança
Onde morre a esperança
É beber amarga poção
Até ao fim, ficar vazio
Viver em vão!
1 comentário:
Escolhemos os nossos caminhos...
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