
a foto encontrei na net
Quando abres a janela ao pensamento,
Esvoaçam os pássaros!
Há um desenho na areia,
Que a maré apaga…
Cai uma chuva salgada,
Na minha face.
Há um travo amargo neste pão,
Que não sacia a fome!
E sou eu, este penedo mudo e quedo,
Que não sai do caminho.
15 comentários:
escreves tão bem...
sinto que passas por um mau momento pois transportas com mestria para as palavras toda ou grande parte dessa dor. Espero que passe rápido :)
Um beijo e boa semana
mitro,
Não é nada bom quando nos deixamos ficar empedrenidos.
Abraço.
as vezes sentimo-nos assim ,mas no fundo estamos sempre em movimento, porque a nossa vida , toca na dos outros , por isso somos todos responsaveis.obrigada por leres serenamente, mas nao quero ser virtual , apesar de ja me ter acontecido triste experiencia, agora virtualmente deixo os meus pensamentos mas nao vivo no virtual.
um beijo e boa semana
tu és é um poeta de mão Cheia ó Mitro!
Tudo do melhor para ti!
Abrir as janelas ao pensamento é deixar nascer em nós asas adormecidas... :)
Beijinho
Se sentes a chuva na face e o travo amargo do pão é porque apesar de mudo e quedo ainda sentes... então nunca um penedo :)
Gostei do poema
bjs
Have a nice day!!!
Bjos axocolatados
a arredar o caminho
abrazo serrano
Como estás?
Há muito que não escreves...
beijo
Um penedo mudo. Imut�vel. S� a chuva e o vento s�o capazes de o transformar.
Beijos de Sol e de Lua.
Passei para desejar uma excelente semana :)
beijo
Por vezes sentimo-nos mesmo assim...
Beijo
Espero que essa sensação passe rápido.
Beijo
Lindo o teu poema, parabéns.
Escrever poemas para mim é externar tudo o que vem da alma explosiva e estupidamente como as larvas de um vulcão.
Obrigada por ter visitado o meu blog.
beijinhos Maria Lúcia
Quando abres a janela do pensamento, uma tormenta se apronta ao teu redor... mas os penedos mudos e quedos, resistem às tormentas com uma bravura e quietude que qualquer outra entidade, debatendo-se, não consegue... e depois da tormenta o desenho na areia já não existe... mas o penedo que não saiu do caminho, continua naquele que é o seu caminho...
A questão talvez não seja do pão... mas da fome que é insaciável... (mas se a fome, por mais insaciável, foi feita para ser saciada...)
Enviar um comentário