
a foto veio daqui
Jardins queimados
Florestas de cinzas
Pedras abandonadas
Nas beiras dos caminhos
Jardim de pedras
Espalhadas por aí
Deixadas cair
Ou atiradas
Flores a morrer
Em poemas por dizer
E chove nesta luz de Abril
Esta nuvem negra e vil!
Tudo é vento
Tudo é nada
Resto de alento
Água parada
P.S.: Este poema estava para ir pró lixo...
33 comentários:
gosto de lagos... muito
serão água paradas?
ainda bem que n foi
:)
abrinhus
Ainda bem que não foi para o lixo.
Há que agitar as águas, ás vezes é preciso uma pedrada no charco! ;)
Obrigado pela visita aos meus blogs :)
ia dizer: ainda bem que não foi..
assustou-me um pouco a imagem da água parada, eu que sou marujo, tenho medo de águas paradas...
obrigada pela tua visita numa das minhas cassas :)
Poemas jamais devem ir para o lixo... Se não dizem a uns, dizem a outros. é preciso acreditar no sentimento do momento. E este poema diz muito. Beijinhos
Mitro,
Este poema é tão bonito, e tu dizes que estava para ir para o lixo!!!
O que devia ir para o lixo são as pedras atiradas, que é o que infelizmente a maioria dos seres humanos gostam de fazer uns aos outros.
Abraço.
Este poema está lindo.
Oi, Mitro,
Que bom recebe-lo no Dois Rios! Só assim pude conhecer o seu blog e as suas belas poesias.
Voltarei sempre!
Um beijo,
Inês
Beautiful complex poem... just like grey days with a beauty that needs to be looked for because even sad can be pretty
:) kisses
lindo o poema (ainda bem que não foi para o lixo),
talvez já aprendestes que poemas têm tempos e estações como nós... em certos dias eles são nada e nada dizem, em outros...
vi seu link no Three Love´s e gostei muito de te descobrir.
Olha só que cara espero, o Ilton viu seu link no meu blog e chegou aqui primeiro que eu.
Cara, concordo com ele,
é muiiiiito bom seu blog, esse poema é show, fiquei olhando seus outros post´s e amei; muito bom mesmo;
parabéns!
Não se deve desperdiçar arte! Há que reciclar. :P
Para ir para o lixo!!!!!!!!!!!!!!!
Mas, é lindo!
Ainda bem que se salvou!!!
Beijos prometidos
para o lixo!?
ias arrepender-te. já me tem acontecido...
Escreves um poema???? Sem papel nem tinta?????
Fiquei curiosa...
E o lixo não era o local ideal para as palavras que li...
Beijo
Muito obrigada pela visita ao meu mundo vim retribuir e dei com um poema que esteve para ir para o lixo e ainda bem que não foi!
beijo
Ainda bem que foste a tempo... era uma pena deixares de o partilhar!!!!
BJs
Olá, Mitro!
Obrigada por ter visitado o Janela e Vitrine.
Sabe, enquanto lia o poema só o que eu conseguia imaginar eram cidades, concretos, fumaça, jardins sem plantas... Triste! =/
Xerus
=***
Caro amigo, belo poema...
Um abraço
Simplesmente sublime, poema que veste este sentir como uma caricia autentica!
Beijo doce
Tudo é um pouco de tudo...Belo poema.
Beijito
Tudo é um pouco de tudo...Belo poema.
Beijito
Um poema tão lindo. como pensou em lançá-lo ao lixo?
Você foi ao meu Blog e gostou da dica de cinema.
Fiz um post à paz, em que há resenha de filme, poemas, flores, imagens. Apareça:
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
Um abraço,
Renata Cordeiro
Então ainda bem que não foi.
gosto mais das marés, sempre em movimento :o)
beijos e obrigada por sua gentil visita, dear, volte sempre que quiser
MM.
Prefiro remoinhos de água! E poemas sem serem deitados ao lixo =P
Ainda bem que não foi :))
encanta-nos com mais assim...
beijo
ainda bem que nao foi p o lixo, esta mt bom...obg pela partilha lol beijos
Oie meu amigo lindo! Bela e triste poesia!
Eu queria que o Natal voltasse a ter seu verdadeiro sentido, porque o apelo do comércio transformou-o, apenas, em troca de presentes e assim perpetua e acentua ainda mais a discriminação social, porque é um dia imensamente triste para crianças pobres, que não podem ter papai noel, nem uma ceia digna.
FELIZ NATAL e que o ANO NOVO seja de realizações, paz, saúde e amor!
Beijos
Ufa...
ainda bem que não foi!
Poema bonito e intrigante!
Valeu pelo pulinho no Perspectiva!
Feliz ano novo!!!
Abs
Cinzas e pedras... e águas paradas... a ausência de vida... a chuva faz falta, assim como a nuvem negra, para que a vida possa ser renovada...
Agradam-me os ventos... indiciam mudança... mas não me agrada o nada... assusta-me o nada... assustam-me as águas paradas...
Talvez esteja em tempo de lhes fazer frente...
Ops... às vezes tropeço e venho aqui parar...
:)
Abraço.
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